Bike em Terra

Bike em Terra
Topo do Marão 1420 metros (mais ou menos *)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Troika altera código da estrada

Caros enterras,

Não, não estão enganados, este é o nosso blog, só que os gajos que andam a piratear o site da Sony também passaram por aqui...

Agora relativamente às últimas notícias da economia e da intervenção da troika fica aqui um novo sinal de perigo. Acho que há outros a caminho... afinal não só voou metade do subsídio de Natal mas também a liberdade de circular nas valetas... A todos os que fizerem uso destas, sugere-se o uso de colete reflector e almofadas, tipo air-bags, tamanho 206, no mínimo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Penso que desta vez não vamos participar na maratona do nosso quintal

Mas temos aqui uma que vai ser no nosso 2º quintal





aproveito para desejar um bom passeio lá pro lados do Marão

sábado, 1 de outubro de 2011

O Salto do Gil...



Hoje não tenho palavras...

Entretanto, na casa do Chefe...


terça-feira, 27 de setembro de 2011

A partticipação dos Enterras na maratona dos 5 e 3 Cumes em Barcelos 25-09-2011

A Partida





TuôSix (5 Cumes)



Morcâo (5 Cumes)




Mister Ci (3 Cumes)

sábado, 10 de setembro de 2011

Duas em uma... sem imagem


Há alturas em que nos reunimos para pedalar*, e outras em que o único propósito é ouvir as histórias, que não são histórias**, contadas pelo nosso Chefe. A semana passada foi para ouvir, até porque só vieram 4 enterras, estava a chover, convidava a uma fogueira e a malta estava cansada como o costume. Do percurso nem sequer falo, já nem me lembro, apenas que chegados a um parque de merendas, assentamos arraiais a lanchar em redor do Chefe.

Com ar sério começou: - Há muitos, muitos anos havia uma terra ali prós lados de Leça, que começava com uma placa que avisava: “ESTÃO A ENTRAR NO FAR OU ÉS-TE!” e que terminava com outra que voltava a avisar: “ESTÃO A SAIR DO FAR OU ÉS-TE!”. No fundo, esta terra era uma rua – dizia – tinha uns quantos cafés de cada lado, mesmo tipo tascas, que eram visitados frequentemente por uma mulher que tocava música. Para afinar precisava passar em todas as capelas e tomar um dedal cheio de líquidos, ziguezagueando entre elas. Quando chegava ao fim da rua estava fina e pronta a tocar, e que bem que ela tocava – lembrou o Chefe – tocava mesmo bem, de ouvido e não só…

Nessa rua havia também um mágico, e não era um mágico normal, era um que escondia coisas como qualquer mágico sim mas, para as fazer aparecer, era à marretada. Tinha também um prazer especial em esconder plantas, e se possível de folhas palmatinervadas e depois, gostava de as queimar aspirando os vapores.

Certo noite, estava ele num desses antros, quando entraram uns gajos de azul e de chapéu e vai daí ele pega num saquinho de plantas que trazia no bolso e zás, fá-lo desaparecer na parede do WC! Magia! Mas como os gajos não desandavam teve que concluir o truque no dia seguinte. Azar o dele… Durante a manhã outros gajos com azulejos, coisas de trolha e sem sono, revestiram a parede. Bonito serviço, disse ele com ar de desafio*****, este vai ser o meu número mais difícil! E PUM!

- Ei! O que foi isto? – Perguntou o dono.
- Isto o quê? – Perguntou o irmão do mágico, também fã de plantas…
- Parece-me ouv.. PUM! Isto, carago! Não ouviste?
- Irra, já está a ouvir coisas?! Que idade tem? (PUM! PUM!)
- PQP! Se isto não vem daqui de dentro… e vai em direcção do quarto de banho. Cruza-se com o mágico e pergunta-lhe se não tinha ouvido nada e claro que a resposta foi negativa. Entra na casa de banho e … AAAAAAAAIIIIIIIIII, O QUE É QUE É ISTO CARAGO?! QUEM FOI O F… Bom, aquela parede fazia lembrar um bunker depois de um ataque de artilharia pesada. De facto foi o aparecimento mais difícil para o mágico! E nunca mais endireitou, a parede…

A esta altura o Chefe já ia na terceira barrita quando começou a história do Pêpêdê. Esse sim estava muito à frente, ele inventou a forma mais rápida de mudança de transporte, em andamento. Uma vez ia ele de gás na sua Casal de duas a tentar descobrir os horários dos autocarros quando de repente lhe sai um ao caminho, adiantado claro. Não teve mais, apontou à porta e zás, entrou de cabeça e recebeu um módulo, não fosse ele desaparecer sem pagar. Tirou logo bilhete e foi o precursor do andante, porque entrou em andamento.

Ele e o outro que sacava um cavalinho e encaixava a roda da frente na traseira do autocarro e andava assim de transporte público. Diz o Chefe muito calmamente e com admiração – “Nunca o vi cair!”

Depois havia o Bob Marley que tinha uma carrinha cheia de fumos lá dentro e chateava-se por tudo e por nada. Um dia à noite ia com a malta e alguma coisa o mordeu pelo que disse ao gajo que na altura conduzia: - “Abranda para os 30!” e ele abrandou. Então o BM, nascido em King Stones (Jamaica), abriu a porta de correr e ao pontapé fez descer os outros passageiros que iam a bordo. Inovação, diz o Chefe! Rápido e eficaz! Para quê as mangas nos aviões, assim é rápido e seguro, se não ultrapassar os 30?

Passada uma semana voltamos a encontrar desta vez em São Vicente de Queimadela, para tirar umas fotos e esperar pelo capacete do Gil. O Chefe manteve o mesmo pedal para tudo menos para a bicicleta, discutiu-se imenso a altura das redes de Futvólei*** de praia, não sei bem porquê, mas são sempre mais altas do que os jogadores. Segundo o Chefe porque eles têm sempre que saltar para cabecear a bola. O Coutinho voltou e trouxe a máquina e a minha conta. Eu continuo com a escoliose, acho que não me safo, e o Gil continua a precisar de férias ao sol e a fazer asneiras. Desta vez teve que ir ao campo buscar o capacete do Chefe e a casa buscar o dele… Irra!

Hã! Ia-me esquecendo, afinal eu tinha razão, a Cristina está viva: o Chefe buzina e o rádio liga, mas os mecânicos já sabiam e têm uma promoção para resolver isto… Sobre o passeio… não teve história porque estava a chover, pouco…

*Cada vez mais raras…
**Aconteceram mesmo!
****O Gil é que sabe disto
*****Tipo Chefe.
******Encontrei alguns asteriscos!